
Assista antes de decidir qual será o seu próximo movimento.

Para empresários do mercado digital que chegaram ao final de um ciclo e precisam transformar ativos, possibilidades e impasses em uma direção clara, estruturada e testável. Não para encontrar mais oportunidades — para retirar as erradas.

Para empresários do mercado digital que chegaram ao final de um ciclo e precisam transformar ativos, possibilidades e impasses em uma direção clara, estruturada e testável. Não para encontrar mais oportunidades — para retirar as erradas.
Vai parecer uma oportunidade.
Um novo SaaS.
Uma comunidade.
Um produto físico.
Uma expansão internacional.
Uma metodologia licenciável.
Uma aquisição.
Uma aplicação de inteligência artificial que todo mundo diz que você deveria começar imediatamente.
A ideia recebe elogios.
A equipe fica animada.
Você faz as projeções.
O mercado parece promissor.
Durante algum tempo, todos os sinais apontam para crescimento.
Até você perceber que mobilizou capital, pessoas, reputação e três ou cinco anos da sua vida para construir uma empresa que nunca deveria ter existido.
Agora precisa decidir o que realmente merece ser construído a seguir.
Candidatura destinada a empresários que já possuem um negócio, produto ou operação validada. O preenchimento não garante a entrada.
No começo, o problema é encontrar uma oportunidade.
Depois, aprender a vender.
Em seguida, entregar, formar equipe, organizar processos, proteger margem e crescer.
Mas chega um estágio em que o problema muda.
Você já possui ativos.
Conhecimento.
Audiência.
Relacionamentos.
Reputação.
Tecnologia.
Propriedade intelectual.
Equipe.
Capital.
Você já sabe executar.
Por isso, quase toda direção parece possível.
E esse é o ponto mais perigoso.
Um empresário inexperiente abandona uma ideia ruim rapidamente.
Um empresário competente consegue fazê-la sobreviver durante anos.
O modelo que trouxe você até aqui também pode prender você nele.
Faturar mais fazendo exatamente a mesma coisa não transforma automaticamente o negócio no próximo negócio.
Adicionar um produto não resolve uma arquitetura de receita fragmentada.
Adicionar pessoas não resolve uma decisão ruim.
Adicionar inteligência artificial não resolve um processo que nunca deveria ter sido construído.
Depois de certo nível, o problema deixa de ser falta de oportunidade.
Foi criada para ajudar você a retirar as oportunidades erradas.
The Next Move é uma mentoria estratégica individual com Rodrigo Teixeira para empresários do mercado digital que chegaram ao final de um ciclo e precisam transformar ativos, possibilidades e impasses em uma direção clara, estruturada e testável.
Não é uma coleção de táticas.
Não é uma lista de ideias de negócio.
Não é motivação para começar do zero.
Não é alguém concordando com a direção que você já escolheu.
É um processo para decidir o próximo jogo antes de comprometer mais capital, mais equipe e mais anos de execução.
O trabalho começa com uma pergunta simples:
Uma decisão nesse estágio não custa apenas dinheiro.
Ela determina:
Quando você ainda está começando, abandonar uma ideia ruim é doloroso.
Quando já possui equipe, audiência, capital e reputação, abandonar uma ideia ruim exige desfazer compromissos que você mesmo criou.
Por isso, a decisão não pode nascer apenas do entusiasmo.
Precisa nascer de um diagnóstico do modelo atual, de um inventário dos ativos que já existem, de um confronto entre os caminhos disponíveis e de uma tese que possa ser testada.
Antes de decidir o futuro, nós examinamos o presente.
Como o negócio gera dinheiro?
Onde estão as margens?
Qual é o custo de aquisição?
Qual é o valor médio de cada relacionamento?
Quanto tempo leva para recuperar o investimento?
Onde existe dependência do fundador, de um canal, de uma oferta ou de uma ferramenta?
Quais sinais mostram que o ciclo atual está chegando ao limite?
O objetivo não é produzir um diagnóstico bonito.
É separar o que ainda merece ser preservado do que já está consumindo energia sem criar futuro.
Você não começa do zero.
Mesmo quando a próxima direção parece exigir uma empresa nova, o negócio atual carrega ativos que alteram completamente as opções disponíveis.
Mapeamos o que existe em:
Um ativo não precisa aparecer como uma linha separada no balanço para influenciar a próxima decisão.
Uma audiência pode reduzir o custo de entrada em uma nova oferta.
Uma equipe pode acelerar uma operação que exigiria anos para ser montada do zero.
Uma metodologia pode virar serviço, produto, software, comunidade ou propriedade intelectual.
Uma reputação bem posicionada abre portas que nenhum anúncio compra.
O inventário mostra o que a próxima empresa não precisa reconstruir.
As opções são colocadas lado a lado.
Software.
Comunidade.
Metodologia licenciável.
Produto físico.
Expansão internacional.
Aquisição.
Parceria estratégica.
Continuidade do modelo atual.
Cada direção precisa responder às mesmas perguntas:
Nem toda oportunidade merece virar empresa.
Nem toda oportunidade merece uma equipe.
Nem toda oportunidade merece os próximos cinco anos da sua vida.
Uma direção interessante ainda não é uma tese.
Uma tese precisa dizer:
Ao final deste movimento, a próxima direção deixa de ser uma conversa recorrente entre sócios e passa a ser uma decisão organizada.
Você sabe o que precisa ser testado.
Sabe qual evidência decide o próximo passo.
Sabe o que não deve receber mais capital até que essa evidência exista.
O trabalho termina com o Mapa do Próximo Movimento.
Não é um documento para arquivar.
É a representação da decisão que precisa orientar o próximo ciclo.
O mapa reúne oito componentes para organizar:
O resultado não é uma lista maior de possibilidades.
Rodrigo Teixeira não chegou a essa visão estudando uma única disciplina.
Ele passou 15 anos vendo como uma primeira venda se transforma em uma sequência de transações, depois em um ecossistema, depois em software, operação, produto e sistemas proprietários.
O fio condutor da trajetória sempre foi o mesmo:
Rodrigo entrou no marketing digital em 2011, depois de enviar um e-mail comercial aos responsáveis pelo Six Pack Shortcuts.
Foi a primeira copy que escreveu.
O e-mail abriu a porta para uma operação americana que faturava aproximadamente US$ 1 milhão por mês com um único produto principal entregue fisicamente em DVD.
A operação investia cerca de 20% da receita em publicidade.
Ali, Rodrigo não aprendeu apenas a escrever uma oferta.
Aprendeu a observar a economia completa do cliente:
Enquanto grande parte do mercado ainda estava aprendendo a gerar a primeira venda, ele começou aprendendo o que acontecia antes, durante e depois dela.
Mais tarde, Rodrigo tornou-se sócio de Mike Filsaime por meio de duas empresas constituídas no Brasil e liderou a entrada e a tropicalização da Groove no país.
Isso envolveu muito mais do que traduzir uma plataforma.
Envolveu pagamentos, checkout, parcelamento, páginas, e-mail, afiliados, webinars, vídeo, suporte, posicionamento, produto e modelo de aquisição.
Em aproximadamente 18 meses, a operação global saiu do zero para cerca de US$ 50 milhões em receita e mais de 1 milhão de usuários.
No Brasil, Rodrigo reposicionou uma oferta de aquisição que gerava vendas entre R$ 7.200 e R$ 15.000 provenientes de tráfego frio, com CAC entre aproximadamente R$ 1.000 e R$ 1.200.
Também estruturou uma oferta lifetime parcelada, criando uma espécie de recorrência oculta em que o fluxo das parcelas ajudava a cobrir o custo operacional da empresa.
Essa experiência consolidou uma tese importante:
Uma empresa não precisa depender de uma única mensalidade, uma única oferta ou uma única fonte de receita.
Software, educação, implementação, serviço, consultoria, comunidade, eventos e produtos premium podem formar uma arquitetura econômica mais inteligente quando cada parte aumenta o valor das outras.
Em junho de 2022, Rodrigo idealizou e realizou o Marketing Legends Experience.
Durante três dias, no Tivoli Mofarrej, em São Paulo, reuniu 10 nomes internacionais ligados à história do direct response e do marketing digital, incluindo Mike Filsaime, Rich Schefren, Jon Benson, Jay Abraham, Mitch Russo e Glen Ledwell.
O evento foi fechado para aproximadamente 70 pessoas.
Os ingressos custaram cerca de R$ 20 mil.
Não foi apenas um evento com bons palestrantes.
Foi uma operação que exigiu mobilização internacional, posicionamento, venda, produção, relacionamento e execução de uma experiência premium.
Depois do evento, Rodrigo trabalhou durante aproximadamente seis meses com Jon Benson e aprofundou relações com Mike Filsaime, Rich Schefren, Jay Abraham e outros nomes daquele círculo.
Ele aprendeu esses princípios convivendo com pessoas que os desenvolveram, testando-os em operações reais e colocando reputação própria em jogo.
Depois, Rodrigo levou a mesma lógica para uma construtora e incorporadora de alto padrão fundada ao lado da esposa em Campinas.
No mundo físico, não existe uma página para esconder uma operação fraca.
É preciso vender confiança, administrar contratos, preservar margem, coordenar fornecedores, controlar cronogramas, lidar com mão de obra e entregar algo que continuará existindo depois da venda.
Nos primeiros três meses, a empresa fechou e faturou R$ 1 milhão em contratos.
No primeiro semestre do segundo ano, garantiu mais R$ 1 milhão em contratos.
A administração central da operação é realizada por duas pessoas, apoiadas por processos, tecnologia e equipes de execução.
Essa experiência provou que os princípios não dependiam de infoprodutos, anúncios ou SaaS.
Eles funcionavam em uma operação física, complexa, de alto ticket e com responsabilidade real de entrega.
Nos últimos sete meses, Rodrigo mergulhou em vibe coding, no-code, low-code e desenvolvimento assistido por inteligência artificial, utilizando Lovable, Codex e Claude Code.
Nesse período, desenvolveu sete ou oito projetos em setores como agricultura, marcenaria, treinamento empresarial B2B, comunidades e serviços.
Um dos sistemas despertou interesse de empresas como Google, Azul, Vivo, Claro e TIM para testes, validação e possível implantação.
O ponto não é aprender uma ferramenta nova.
É saber quando um processo merece virar software, o que deve continuar humano, onde a IA reduz custo, onde aumenta capacidade e como evitar que a empresa fique dependente de uma única ferramenta ou fornecedor.
Quando Rodrigo olha para essa trajetória, não enxerga negócios desconectados.
Enxerga a evolução de uma mesma competência:
Primeiro, transformar atenção em uma venda.
Depois, transformar uma venda em uma sequência de transações.
Depois, transformar a sequência em um ecossistema.
Depois, transformar o ecossistema em software.
Depois, levar os mesmos princípios para uma operação física.
Agora, transformar conhecimento, processos e operações em sistemas proprietários assistidos por inteligência artificial.
Oferta, aquisição, vendas, LTV, produto, serviço, software, operação e inteligência artificial não são disciplinas isoladas.
São partes da mesma arquitetura empresarial.
É essa visão que entra na decisão do seu próximo movimento.
The Next Move não é um curso para ensinar marketing digital.
Não é uma formação em funis.
Não é um treinamento de Lovable.
Não é uma mentoria para iniciantes.
Não é uma promessa de que toda empresa precisa criar um SaaS, uma comunidade ou uma oferta de recorrência.
Essas são apenas algumas das direções que podem aparecer no confronto.
A resposta correta também pode ser fortalecer o modelo atual, eliminar uma linha de produto, vender uma operação, fazer uma parceria ou não avançar em uma ideia que parecia promissora.
O processo não começa com uma tendência.
Começa com a realidade do seu negócio.
The Next Move é para empresários que:
Não importa se o seu ativo principal é uma audiência, um SaaS, uma operação de serviço, um produto físico, uma metodologia, uma equipe ou uma combinação desses elementos.
O ponto é já existir algo real sobre o qual uma decisão possa ser construída.
Não é para quem está procurando a primeira oportunidade.
Não é para quem precisa aprender a vender do zero.
Não é para quem quer uma lista de tendências para copiar.
Não é para quem precisa de motivação.
Não é para quem já decidiu a direção e quer apenas aprovação.
O trabalho exige abertura para confrontar uma ideia querida, retirar opções da mesa e decidir com base em critérios.
Você leva:
Sai sabendo o que merece atenção, o que exige validação e o que deve ser retirado da mesa.
The Next Move é uma decisão estratégica de $5.000.
Esse valor não compra mais informação.
Compra um processo para reduzir o risco de comprometer muito mais do que $5.000 na direção errada.
Uma nova operação pode consumir capital.
Uma contratação errada pode consumir meses.
Uma expansão mal escolhida pode consumir a margem do negócio.
Um produto que nunca deveria ter existido pode consumir três ou cinco anos.
O investimento da mentoria precisa ser comparado ao custo da decisão que ela ajuda você a tomar antes da execução.
The Next Move começa por candidatura.
Você apresenta o estágio atual da empresa, os ativos que já possui, as possibilidades que está considerando e a decisão que precisa tomar.
A compatibilidade de estágio é avaliada antes da entrada.
Se houver compatibilidade, Rodrigo conduz uma conversa estratégica para entender o contexto e definir o próximo passo.
Não existe entrada automática.
O processo foi criado para empresários que já possuem contexto suficiente para tomar uma decisão importante e abertura suficiente para confrontar as próprias certezas.
Candidatura destinada a empresários que já possuem um negócio, produto ou operação validada. O preenchimento não garante a entrada.
Você já provou que consegue executar.
Já provou que consegue vender.
Já provou que consegue formar equipe, criar oferta, atrair clientes e fazer uma operação avançar.
O próximo teste não é a sua capacidade de trabalhar mais.
Qual caminho usa os ativos que você já construiu?
Qual caminho aumenta o valor de cada relacionamento?
Qual caminho merece capital?
Qual caminho merece equipe?
Qual caminho merece os próximos anos da sua vida?
The Next Move existe para responder essas perguntas antes que uma oportunidade bonita se transforme em uma dívida operacional.
O próximo movimento não precisa ser o maior.
Precisa ser o certo para o ciclo que você está encerrando e para o negócio que você pretende construir depois dele.
Candidatura destinada a empresários que já possuem um negócio, produto ou operação validada. O preenchimento não garante a entrada.